Contém: Romance, Comédia, Suspense, Drama, Sexo.
Personagem principal: Niall Horan
Fanfic Little Things - Primeiro Capítulo
BIA ON
Meu nome é Beatriz, mas odeio que me chamem assim, por favor me chame de Bia, grata. Moro no Brasil desde que nasci. A alguns dias venho sentindo umas dores fortes no meu estômago, acho que comi algo estragado, mas, vamos esquecer isso. Vou contar um pouco mais sobre mim... tenho 16 anos e moro no Sul do Brasil com meus pais e meu irmão mais novo Júlio (11), somos uma família normal, quer dizer, quase normal, não digo que somos ricos mas temos uma ótima qualidade de vida, vivemos em um bom lugar, numa boa casa, estudo em um bom colégio, mas nada disso me agrada. Ei, espera, que barulho é esse?
Bia: JÚLIO PARA DE GRITAR TÔ TENTANDO ESCREVER NO MEU DIÁRIO
Júlio: CALA A BOCA SUA BOCÓ!!! EEEEI, QUE DIÁRIO ROSINHA É ESSE? VAMOS LER...
Bia: EI SEU IDIOTA, VOLTA AQUI, ME DEVOLVE ISSO.
~Júlio pega o diário da mão de Bia e começa a ler~
Júlio: "Querido Diário, hoje eu vi aquele gato na escola..."
Bia: Seu moleque idiota, me devolve isso - Meu coração estava a mil, afinal, meus segredos estavam ali. Dei
um tapa na cara do Júlio e peguei meu diário, ele saiu chorando e eu já esperava que ele fosse contar pra mamãe, mas nem me importei, sempre me ferrava naquela casa, 5 minutos depois veio minha mãe aos berros- :
Mãe: BEATRIZ...
Bia: VOCÊ SABE QUE EU ODEIO QUE ME CHAMEM ASSIM
Mãe: POIS CONTINUE ODIANDO, POR QUE VOCÊ DEU UM TAPA NO SEU IRMÃO SÓ PORQUE ELE LEU UM PEDAÇO DO SEU DIÁRIO? DEIXE DE SER FRESCA, O QUE TEM DE MAIS AI?
Bia: Nada que lhe interesse, dei na cara dele mesmo, ninguém mandou esse moleque vir aqui mexer nas minhas cois.... AAAAAAAAAAAAAAI
Mãe: FILHA???? FILHA O QUE FOI???
Bia: Não sei mãe, deu uma pontada aqui no meu estômago...
Mãe: Faz muito tempo que você se queixa dessas dores, vamos no médico agora...
Bia: Mãe, mãe não precisa, já tá até passando...
Mãe: Precisa sim, vamos AGORA.
- Não tive como lutar, minha mãe era forte, eu também, mas a dor estava mais forte que nós duas juntas naquela hora, não conseguia ao menos me mexer direito, o Júlio tava assistindo tudo do corredor, ele achava que mamãe tinha me dado uma pisa, mas depois ele percebeu que era coisa grave e entrou no quarto dele, sem ao menos dar uma palavra, se esse era o jeito dele ficar preocupado então tudo bem. Entramos no carro e minha mãe me deitou no banco traseiro, depois disso não me lembro de mais nada, eu desmaiei. Acordei quando já estava no hospital, estava em cima de uma maca e com fios, seringas e um soro indo direto pra minha veia, olhei ao redor e avistei minha mãe sentada chorando junto com meu pai. Tentei me levantar e novamente senti uma pontada no meu estômago, gemi de dor e vi minha mãe chegando pra me ajudar -
Bia: Mãe, o que tá acontecendo comigo? Eu tô com algum problema alimentício ou algo assim?
Mãe: Não filha, é algo bem mais grave (Ela soluçou ao falar isso)
Bia: Fala mãe, o que foi?
- Senti que era coisa séria mesmo, meu pai abraçou minha mãe e falou algo no ouvido dela, só escutei quando ele disse "Vai ser melhor assim" minha mãe tentou parar de chorar, sentou-se ao meu lado e colocou a mão na minha cabeça e disse - :
Mãe: Bia, minha filha, você não tem nenhum problema alimentício, seu problema é bem mais grave. Filha, descobrimos hoje que você tem...câncer.
- Senti uma tontura em mim, dizem que quando você está morrendo aparece flashes de toda sua vida na sua mente, e assim mesmo aconteceu, desde o início vieram flashes na minha mente, uma crise de pânico tomou conta de mim e eu não sabia o que fazer, comecei a chorar, minha mãe veio me amparar mas eu pedi pra ficar só, nada poderia me fazer bem, agora, nada. Depois de algumas horas refletindo e chorando, finalmente aceitei visitas, conversei um pouco com minha mãe e meu pai e no final eles disseram - :
Pai: Bia, meu anjo, sei que não está sendo fácil e daqui pra frente não vai ser nada fácil, mas você sempre foi forte e sei que vai continuar sendo, mas aqui no Brasil não temos nenhum tipo de condição pra cuidar de você, os médicos já avisaram que nos hospitais brasileiros suas chances são mínimas, por isso decidimos te transferir pra Londres, não posso ir com você meu amor, mas sua mãe vai, vou ficar aqui e cuidar do Júlio, mas de mês em mês vou lá pra ver como você está, vou mandar dinheiro o suficiente pro seu tratamento, sustento, bens materiais e tudo mais. Você vai ficar bem meu amor, eu prometo!
- LONDRES? COMO ASSIM LONDRES ? -
Meu nome é Beatriz, mas odeio que me chamem assim, por favor me chame de Bia, grata. Moro no Brasil desde que nasci. A alguns dias venho sentindo umas dores fortes no meu estômago, acho que comi algo estragado, mas, vamos esquecer isso. Vou contar um pouco mais sobre mim... tenho 16 anos e moro no Sul do Brasil com meus pais e meu irmão mais novo Júlio (11), somos uma família normal, quer dizer, quase normal, não digo que somos ricos mas temos uma ótima qualidade de vida, vivemos em um bom lugar, numa boa casa, estudo em um bom colégio, mas nada disso me agrada. Ei, espera, que barulho é esse?
Bia: JÚLIO PARA DE GRITAR TÔ TENTANDO ESCREVER NO MEU DIÁRIO
Júlio: CALA A BOCA SUA BOCÓ!!! EEEEI, QUE DIÁRIO ROSINHA É ESSE? VAMOS LER...
Bia: EI SEU IDIOTA, VOLTA AQUI, ME DEVOLVE ISSO.
~Júlio pega o diário da mão de Bia e começa a ler~
Júlio: "Querido Diário, hoje eu vi aquele gato na escola..."
Bia: Seu moleque idiota, me devolve isso - Meu coração estava a mil, afinal, meus segredos estavam ali. Dei
um tapa na cara do Júlio e peguei meu diário, ele saiu chorando e eu já esperava que ele fosse contar pra mamãe, mas nem me importei, sempre me ferrava naquela casa, 5 minutos depois veio minha mãe aos berros- :
Mãe: BEATRIZ...
Bia: VOCÊ SABE QUE EU ODEIO QUE ME CHAMEM ASSIM
Mãe: POIS CONTINUE ODIANDO, POR QUE VOCÊ DEU UM TAPA NO SEU IRMÃO SÓ PORQUE ELE LEU UM PEDAÇO DO SEU DIÁRIO? DEIXE DE SER FRESCA, O QUE TEM DE MAIS AI?
Bia: Nada que lhe interesse, dei na cara dele mesmo, ninguém mandou esse moleque vir aqui mexer nas minhas cois.... AAAAAAAAAAAAAAI
Mãe: FILHA???? FILHA O QUE FOI???
Bia: Não sei mãe, deu uma pontada aqui no meu estômago...
Mãe: Faz muito tempo que você se queixa dessas dores, vamos no médico agora...
Bia: Mãe, mãe não precisa, já tá até passando...
Mãe: Precisa sim, vamos AGORA.
- Não tive como lutar, minha mãe era forte, eu também, mas a dor estava mais forte que nós duas juntas naquela hora, não conseguia ao menos me mexer direito, o Júlio tava assistindo tudo do corredor, ele achava que mamãe tinha me dado uma pisa, mas depois ele percebeu que era coisa grave e entrou no quarto dele, sem ao menos dar uma palavra, se esse era o jeito dele ficar preocupado então tudo bem. Entramos no carro e minha mãe me deitou no banco traseiro, depois disso não me lembro de mais nada, eu desmaiei. Acordei quando já estava no hospital, estava em cima de uma maca e com fios, seringas e um soro indo direto pra minha veia, olhei ao redor e avistei minha mãe sentada chorando junto com meu pai. Tentei me levantar e novamente senti uma pontada no meu estômago, gemi de dor e vi minha mãe chegando pra me ajudar -
Bia: Mãe, o que tá acontecendo comigo? Eu tô com algum problema alimentício ou algo assim?
Mãe: Não filha, é algo bem mais grave (Ela soluçou ao falar isso)
Bia: Fala mãe, o que foi?
- Senti que era coisa séria mesmo, meu pai abraçou minha mãe e falou algo no ouvido dela, só escutei quando ele disse "Vai ser melhor assim" minha mãe tentou parar de chorar, sentou-se ao meu lado e colocou a mão na minha cabeça e disse - :
Mãe: Bia, minha filha, você não tem nenhum problema alimentício, seu problema é bem mais grave. Filha, descobrimos hoje que você tem...câncer.
- Senti uma tontura em mim, dizem que quando você está morrendo aparece flashes de toda sua vida na sua mente, e assim mesmo aconteceu, desde o início vieram flashes na minha mente, uma crise de pânico tomou conta de mim e eu não sabia o que fazer, comecei a chorar, minha mãe veio me amparar mas eu pedi pra ficar só, nada poderia me fazer bem, agora, nada. Depois de algumas horas refletindo e chorando, finalmente aceitei visitas, conversei um pouco com minha mãe e meu pai e no final eles disseram - :
Pai: Bia, meu anjo, sei que não está sendo fácil e daqui pra frente não vai ser nada fácil, mas você sempre foi forte e sei que vai continuar sendo, mas aqui no Brasil não temos nenhum tipo de condição pra cuidar de você, os médicos já avisaram que nos hospitais brasileiros suas chances são mínimas, por isso decidimos te transferir pra Londres, não posso ir com você meu amor, mas sua mãe vai, vou ficar aqui e cuidar do Júlio, mas de mês em mês vou lá pra ver como você está, vou mandar dinheiro o suficiente pro seu tratamento, sustento, bens materiais e tudo mais. Você vai ficar bem meu amor, eu prometo!
- LONDRES? COMO ASSIM LONDRES ? -
